Dr. Jivago (1965)

  • 15 de julho de 2015
  • 11

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Título Original: Doctor Zhivago
Título no Brasil: Doutor Jivago
Direção: David Lean
Gênero: Drama/Guerra/Épico/Romance
Ano de Lançamento: 1965
Duração: 210 min
País: EUA

Sinopse: O filme conta sobre os anos que antecederam, durante e após a Revolução Russa pela ótica de Yuri Zhivago (Omar Sharif), um médico e poeta. Yuri fica órfão ainda criança e vai para Moscou, onde é criado. Já adulto se casa com a aristocrática Tonya (Geraldine Chaplin), mas tem um envolvimento com Lara (Julie Christie), uma enfermeira que se torna a grande paixão da sua vida. Lara antes da revolução tinha sido estuprada por Victor Komarovsky (Rod Steiger), um político sem escrúpulos que já tinha se envolvido com a mãe de Lara, e se casou com Pasha Strelnikoff (Tom Courtenay), que se torna um vingativo revolucionário. A história é narrada em flashback por Yevgraf de Zhivago (Alec Guiness), o meio-irmão de Yuri que procura a sua sobrinha, que seria filha de Jivago com Lara. Enquanto Strelnikoff representa o “mal”, Yevgraf representa o “bom” elemento da Revolução Bolchevique.




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    2 Comentários

    1. JMAbreu - 10 de junho de 2016

      Há momentos nas nossas vidas, que temos dificuldades em nos expressar perante este ou aquele caso.
      Expressar-me sobre esta obra primástica do cinema, fico com a sensação de dizer tudo na nada dizer.
      Uma coisa eu fico com a certeza, Dr. Jivago, faz parte da coluna vertebral da 7.ª Arte, em toda a sua dimensão.
      Do Omar Sharif, a eterna Geraldine Chaplin, Julie Christie, Rod Steiger e Sir Alec Guinness e o ainda desconhecido Klaus Kinski. Todos mereciam o Óscar, embora dos 5 que tivesse ganho, somente o Omar que conseguiu, e outros prémios Internacionais de relevo. Não esquecendo o seu autor Boris Pasternak, a belíssima fotografia e da incomparável trilha sonora de Maurice Jarre, mais uma vez David Lean, e na produção Carlo Ponti. Todo este cenário numa sala de cinema a ver este épico em 70mm é algo que jamais sairá da memória.
      Finalmente dizer isto: Um épico imortal. ! ! ! E um clássico absolutissímo.

    2. Germano Henriques - 23 de setembro de 2016

      Foi só comigo ou mais alguém notou um lag no áudio depois do intervalo (intermission)?

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